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Coaching no divã. O impacto das ferramentas de Coaching na psicoterapia


O objetivo deste artigo é analisar estudos que demonstram a relação entre processos de coaching e psicoterapia e as contribuições das ferramentas de coaching em determinados estágios dos processos terapêuticos. Em função da crescente procura pelos processos de coaching iniciaram-se pesquisas para comprovar a eficácia desta técnica. Este artigo se baseia na pesquisa “The impact of life coaching on goal attainment, metacognition and mental health”, 2003, conduzida por Anthony M. Grant, fundador e diretor do Coaching Psychology Unit, da Universidade de Sydney, Austrália, além de outras fontes citadas no final do texto. Neste estudo comprovou-se a eficácia de um processo de coaching de vida com contribuição para o efetivo desenvolvimento pessoal e na busca de metas dos participantes da pesquisa.

 

Porém, este estudo revelou outras conclusões relacionadas à saúde mental e qualidade de vida destes indivíduos, as quais se destacam: - Os participantes indicaram que os níveis de depressão, estresse e ansiedade foram reduzidos; - Relataram uma melhora na qualidade de vida; - Aumento dos insights; - Redução dos níveis de compulsão por idéias paralisantes; A conclusão da pesquisa apontou evidências de que um programa de coaching pode melhorar a saúde mental e qualidade de vida de um indivíduo. Com base neste pressuposto, a proposta é estender a utilização das técnicas de coaching em processos terapêuticos, onde o psicoterapeuta identifique oportunidades para agregar valor ao tratamento. Neste artigo serão analisadas as diferenças entre coaching e terapia, os fundamentos do coaching e a contribuição das suas ferramentas em processos de mudança comportamental.

 

 

Coaching não é terapia.

 

É comum a confusão entre coaching e terapia porque em algumas situações as competências dos terapeutas e dos coaches são muito parecidas, entretanto existem diferenças básicas. Normalmente se busca a terapia para resolver distúrbios e comportamentos emocionais e o foco, muitas vezes, esta no passado. Em contraste com a terapia, o coaching é uma jornada em busca de sonhos, satisfação na vida e melhora da performance através da exploração do potencial do indivíduo. O coaching é procurado por pessoas que querem ajuda para atingir suas metas, sejam elas pessoais ou profissionais, e para isso re-examinam seus pressupostos em busca de novas opções e caminhos para atingir seus objetivos. Outro fator importante é que o Coaching trabalha do presente para o futuro. Ele só vai ao passado quando o cliente necessita de algum recurso ou habilidade que já usou antes e agora precisa novamente.

 

Coaching, um processo distinto e diferenciado de apoio as pessoas. O coaching utiliza ferramentas que levam ao autoconhecimento, permitindo criar escolhas e caminhos que levam a mudança. Desta forma ele combina conceitos oriundos da terapia cognitiva comportamental, psicologia positiva, inteligência emocional, filosofia, mentoring, management, pensamento sistêmico e na programação neurolinguística tornando-se uma disciplina diferenciada e única. Da mesma forma que o coaching construiu ferramentas com base na sua evolução e junto a outras disciplinas o inverso também ocorre, ou seja, a utilização de ferramentas de coaching na psicoterapia em complementaridade aos processos terapêuticos. Da teoria a prática: como as erramentas de coaching podem contribuir com a psicoterapia.

 

 

As técnicas de comunicação do coaching.

 

Um exemplo da contribuição do coaching para a psicoterapia é em relação às habilidades de comunicação do coach. No coaching as técnicas de comunicação junto ao cliente, inclusive as não verbais, são partes do processo. Na metodologia o coach não dá respostas, mas estimula a reflexão através de perguntas. Neste processo a comunicação não verbal é fundamental, pois através da postura do cliente acessa-se a estados emocionais internos. Desta forma a checagem entre a congruência emocional e postural do cliente é importante, pois ela aponta se o conteúdo expresso esta alinhado.

 

 

Sistemas representacionais.

 

De acordo com Joseph O´Connor, “Assim como vemos, ouvimos, sentimos sabores, tocamos e cheiramos o mundo exterior, também recriamos estas mesmas sensações em nossas mentes, re-apresentando o mundo a nós mesmos através do uso interno de nossos sentidos. Podemos nos lembrar de experiências passadas, ou imaginar experiências futuras possíveis (ou impossíveis). Você pode se imaginar correndo para pegar um ônibus (imagem visual lembrada) ou correndo pelos canais de Marte vestido de Papai Noel (imagem visual construída). A primeira terá acontecido.

 

A segunda, não, mas você pode representar ambas.” Isto significa que podemos representar as duas imagens usando nossos sistemas representacionais, que são o cinestésico, visual, auditivo, olfativo e gustativo. Cada um de nós tem um sistema representacional preferido e o exemplo abaixo pode ilustrar claramente. - Situação: “Eu não compreendo” - Traduções para sistemas representacionais: - “Estou no escuro” – Sistema Representacional Visual - “Isto tudo é grego para mim” - Sistema Representacional Auditivo - “Não consigo captar isso” - Sistema Representacional Cinestésico - Aplicação na psicoterapia dos sistemas representacionais.

 

Identificar e lidar com os sistemas representacionais são habilidades que podem ser desenvolvidas e contribuem para a psicoterapia no momento que o profissional que possui estas competências utiliza o sistema representacional para melhorar sua empatia com o paciente estabelecendo uma comunicação mais fluente e produtiva. Quando o cliente relata uma emoção ou um fato racional, quais são os sistemas predominantes envolvidos? O psicoterapeuta identificando o sistema representacional dominante poderá acessar com maior empatia o significado daquela emoção, inclusive fazendo perguntas dentro do mesmo sistema.

 

 

A otimização do tempo e a promoção de insights.

 

No processo de coaching quem tem as respostas são os clientes. Cabe ao coach ter habilidade de fazer boas perguntas direcionadas ao objetivo do cliente e como alcançá-los. Com base neste pilar do processo de coaching desenvolve-se a questão de foco no que é relevante para alcance do objetivo e como conseqüência há otimização do tempo. Estas técnicas normalmente são utilizadas junto com processos de representações gráficas de como a pessoa se vê, entende seus recursos e imagina seus pontos fortes. Aliando-se estes desenhos e gráficos, permite em muitos casos além dos insights, a identificação na congruência dos desejos e comportamentos de cada paciente mantendo o foco nos pontos relevantes.

 

 

Relação entre a compulsão por idéias e o insight.

 

A pesquisa da Universidade de Sidney, apontada no início do artigo, revelou também que houve um decréscimo nos níveis de compulsão por idéias, enquanto o número de insights aumentou. Estes resultados indicam que índices de compulsão por idéias elevados podem levar a uma auto-centrada ruminação paralisante, ao invés de uma contribuição ao processo reflexivo associado à busca de objetivos. O estudo também sugeriu que enquanto os indivíduos estão focados no seu processo para alcance das metas, tornam-se menos engajados na compulsão de idéias paralisantes, tendo maior número de insights.

 

Outra implicação deste estudo é que o excessivo enfoque na análise de idéias pode ser contraproducente em termos de alcance dos objetivos. O uso do processo de coaching com metas claras pode ser útil para contrariar tendências de idéias paralisantes prolongadas, principalmente pela questão metodológica, pois enquanto a psicoterapia normalmente é orientada para o processo, o coaching é orientado para os resultados. A questão que a excesso de análise de idéias pode levar a depressão também fez parte de outro estudo do professor Paul Verhaeghen, PhD, e sua equipe na Syracuse University Psychology, de 2005, nos Estados Unidos, que estudaram a relação entre criatividade e depressão.

 

A depressão é associada à inatividade, dificuldade de concentração e a vontade de ficar o tempo todo na cama, o que parece ser o contrário da criatividade, mas as pessoas depressivas são mais propensas a meditar e auto-refletir em excesso, o que torna a depressão uma variável intermediária, dado que a auto-ruminação também pode levar os indivíduos a gerar um grande número de idéias criativas. Ou seja, a partir do momento que se cria através do processo de coaching um trabalho focado, alinhado com valores, com consciência das escolhas e estímulo a ação, pode contribuir também com redução dos níveis de depressão. Esta questão tem uma longa tradição na própria psicoterapia, remontando Carl Rogers e, antes dele, a Otto Rank, que afirmaram que a perspectiva de uma data de término geralmente pré-estabelecida aumenta a eficiência da terapia. E a própria possibilidade desta data de término acaba contribuindo para um maior foco durante o processo.

 

 

O convite a ação. O estímulo no processo terapêutico.

 

Um dos pressupostos do coaching é “Se quer entender, faça”, ou seja, o aprender esta no fazer. Por isso todas as sessões de coaching terminam como uma ação normalmente de iniciativa do próprio cliente, um pequeno passo normalmente em direção da mudança que ele quer fazer. Acontece, porém que este pequeno passo tem proporções maiores pelo significado que ele possui.

 

Ele pode representar à volta a confiança, uma melhora da auto-estima, a sensação de viver algo que ele sempre desejou, enfim, este pequeno passo pode desencadear fortes estímulos para alcance dos objetivos que a pessoa deseja. No processo terapêutico estes pequenos passos podem ter influência em várias patologias emocionais, como por exemplo, a depressão. É claro que estas técnicas não resolvem o problema, já que muitas vezes trata-se de origem química, e psicológica, porém à medida que estes pacientes têm mais claros seus objetivos e percebem sua evolução, fortalecem-se a autoconfiança e auto-estima, componentes fundamentais no processo de melhora das patologias. - Dois relatos de atendimento simultâneos com psicoterapia e coaching. Relatamos dois casos de pacientes que estavam recebendo atendimento tanto psicoterapêutico quanto de coaching simultaneamente. No primeiro caso, a dependência química a depressão vinha sendo tratada com medicamentos e terapia. No processo de coaching buscou-se focar em situações de satisfação e bem estar na vida, que estavam diretamente ligadas à redução da dependência química.

 

Com pequenas metas e um objetivo maior em longo prazo o cliente conseguiu sensíveis melhorias em seu processo terapêutico, reduzindo de forma significativa a dependência química e como efeito complementar contribui para redução dos níveis de depressão. No segundo caso o tratamento foi realizado por uma psicoterapeuta com supervisão de um coach. O paciente havia feito a formação em uma área acadêmica, mas estava com medo de exercê-la. Estava questionando sua capacidade e merecimento. A técnica utilizada foi à mesma de atribuição de tarefas feitas pelo próprio paciente. À medida que foi realizando estas tarefas o paciente começou a ver cenários que não imaginava e o mais importante, começou a se ver dentro destes cenários atuando. E o objetivo traçado foi alcançado e o paciente esta trabalhando na área desejada.

 

 

Conclusão.

 

A grande contribuição do Coaching é ajudar as pessoas no auto-desenvolvimento. Neste processo cria-se uma série de ações que movem e estimulam descobertas e formas de ver a vida diferente, com novas perspectivas e principalmente com foco em pontos relevantes, consciência das escolhas e motivação para ação. Desta forma o conhecimento das técnicas de coaching pelos psicoterapeutas e profissionais da saúde, passa a ser uma ferramenta indispensável para todos que desejam se atualizar na busca do que existe de melhor para seus pacientes. Como conhecer um pouco mais sobre estas aplicações.

 

 

Fontes deste artigo: Livros - O´Connor Joseph e Lages, Andrea. How coaching works, A&C Black, London, 2008 - O´Connor Joseph e Lages, Andrea. Coaching com PNL, Qualitymark,Rio de Janeiro, 2004 - O´Connor Joseph. Manual de Programação Neurolinguística, Qualitymark,Rio de Janeiro, 2003

 

Artigos e pesquisas - Grant, A. 2003 - The impact of life coaching on goal attainment, metacognition and mental health, University of Sidney, Australia. - Grant, A. 2006 - Coaching for enhanced performance: Comparing cognitive and behavioural approaches to coaching, University of Sidney, Australia. - Stewart, Lorna; Palmer, Stephen; Wilkin, Helen; Kerrin, Maire 2008 - The influence of character: does personality impact coaching success?, London, UK - Kauffmann, Carol; Bachkirova, Tatiana 2008 – The evolution of coaching:a cottage industry grows up: an interview with Sir. John Whitmore, Kauffman-Harvard Medical School, USA; Bachkirova-Oxford Brookes University,UK - Kauffmann, Carol; Bachkirova, Tatiana 2008 – Coaching is the ultimate customizable solution: an interview with David Peterson, Kauffman-Harvard Medical School, USA;Bachkirova-Oxford Brookes University,UK - Palmer, Stephen; Whybrow, Alison 2008 – The art of facilitation – Putting the psychology into coaching, UK - O´Riordan, Siobhain 2008 – How to become a coaching psychologist, UK - Brickey Phd, Michael 1999 – Traditional and innovative views of coaching: an interview with Marilyn Puder-York and Ellen McGrath, NY, USA - E. Fox PHD, Ronald 1990 – Clinical psychologists as executive coaches, USA - Linley, Alex; Kauffmann, Carol 2009 – Positive coaching psychology: Integrating the science of positive psychology with the practice of coaching psychology, Linley-Warwick, Uk; Kauffman-Harvard Medical School, USA - Foxhall, Kathryn 2002 – More psychologists are attracted to the executive coaching field, USA - Kauffmann, Carol 2008 – Four steps to putting positive psychology into your coaching practice, Harvard Medical School, USA - Grant, A. 2009 – Coach or couch? Harvard Business Review, USA - HBR Research Report – What are the similarities and differences between coaching and therapy? Harvard Business Review, USA - Scoular, Anne 2009 – How do you pick up a Coach? Harvard Business Review, USA - Charam, Ram 2009 – The coaching Industry: A work in Progress Harvard Business Review, USA









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